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Recall de Bebês – Pomada Antiassadura- Proteja seu bebê da Dermatite de Fraldas

Seu bebê chegou sem Bepantol© ? Peça já sua amostra:
clique aqui rsrsrs. #bunitinho!

Bom, Bepantol, todo mundo já conhece, né?

Com certeza vc já sabe das maravilhas que ele faz para os adultos, mas você conhece a versão para bebês?
Conheci a Bepantol quando ganhei as crianças, recebi uma amostra do produto na maternidade. Desde lá virei fã!

É com certeza uma das melhores pomadas para assaduras!
Ela é cicatrizante e tem vitamina B5, óleo de amêndoas e lanolina (Lanolina é a base daquela pomada roxinha que a gente passa no mamilo, quando começa a rachar durante a amamentação).
Não lambuza tanto e é transparente! Eu gosto porque dá pra fazer o acompanhamento da pele do bebê a cada troca de fralda.

Se você nunca experimentou aproveita a oportunidade e dá uma olhada nessa campanha da Bepantol:

Eles estão com essa campanha super bacana, você pode solicitar uma amostra de Bepantol Baby para experimentar. A minha eu já recebi (Dá uma olhada lá na nossa FanPage do facebook).

Outra novidade é que todas as mães que se inscreveram no Site Cegonha Express clique aquiserão contatadas para que elas dêem depoimentos respondendo à pergunta:

“Por quê não posso ficar sem Bepantol® Baby?”

A mãe do melhor depoimento será selecionada para participar, junto com seus bebês, do filme da cegonha atrapalhada, sendo que a produção virará um comercial de TV!  😉

Não perca tempo e experimenta!

 Bom, aqui em casa só tive problemas de assaduras com o Samuel que era mais mijão branquinho, então eu usei MUITA, (muita MESMO) pomada Antiassadura testei quase TODAS e Bepantol era aquela para quando a situação ficava crítica!

Aliás, você sabe pra que serve a pomada AntiAssadura ? E o que é uma assadura?

 

Dá só uma olhada no guia que preparei:

 

  • O que é a Assadura?

É a irritação na pele causada pelo contato com a urina e fezes retidas pelas fraldas, umidade e atrito com a pele. É uma das dermatites mais comuns na infância.

  • Como se desenvolve ou se adquire?

Pelo contato prolongado com a urina e as fezes do bebê. A urina possui uréia que se transforma em amônia, substância que provoca irritação. A pele molhada também pode causar fricção contra a fralda e permitir o crescimento de bactérias. Este tipo de dermatite ocorre tanto com o uso de fraldas de pano ou descartáveis.

  • O que se sente?

Nas dermatites leves, é observada uma vermelhidão de pele, com descamação, aspecto brilhante e, eventualmente, com pontinhos elevados (pápulas). Ficam restritas às regiões cobertas pelas fraldas.
Em irritações moderadas, as lesões são mais profundas, ficando com uma cor violácea e áspera.
O caso agudo inicia-se geralmente entre o primeiro e o segundo mês de vida. As lesões são localizadas nas áreas de fraldas, face interna das coxas, nádegas e glande ou vulva.
Joga no Google Dermatite de Fraldas e dá só uma olhada nas imagens! É assustador!

  • Como se trata?

O tratamento é baseado na higiene da área da fralda.
O uso de lenços umedecidos devem ser evitados para não alterar a composição normal da pele.
As trocas das fraldas devem ser freqüentes. Em caso de fraldas de pano, o sabão em pó e amaciantes devem ser evitados na lavagem, é preferível o sabão neutro (glicerina ou coco).
E usar pomada! Pois ela simula a função natural da pele ao formar uma barreira protetora contra os agentes irritantes e microorganismos.

  • Como se previne?

• O leite materno tem anticorpos que podem defender os nenês amamentados contra a infecção.
• Manter a pele limpa e seca, especialmente nas dobras e sulcos.
• A fralda deve ser trocada sempre que a criança urinar ou evacuar;
• Resíduos (fezes, urina, pomadas ou cremes) devem ser removidos delicadamente com água morna e algodão.
• O uso do sabonete deve ser reservado para a limpeza dos resíduos de fezes.
• A pele deve ser seca com um pano macio (toalha ou fralda de pano).
• O uso de um antiassaduras reduz o atrito com a fralda e evita o contato da pele com fezes e urina.
• A fralda deve ser colocada de forma que não fique exageradamente apertada ou folgada.

Enfim… Um pouquinho de cuidado evita um problemão!

 

 

Fontes: ABC Da Saúde e Sobre Bepantol® Baby

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De Mãe pra Mãe

Conversando com o Pediatra

Um site para a família

Conversando com o Pediatra  é o nome do novo site da SBP -Sociedade Brasileira de Pediatria.

Voltado para as famílias, Ele traz textos com informações importantes sobre o dia-a-dia de quem tem uma criança em casa!

Vale a Visita!

 

“Caras e caros leitores,

 

Há mais de 100 anos a SBP vem reunindo os médicos que cuidam de crianças e adolescentes. Realizamos congressos, promovemos cursos, editamos publicações que nos mantém atualizados com o melhor da ciência. Sabemos também que muitos dos problemas dos nossos pacientes têm estreita ligação com a falta de direitos.

Por isso, estamos empenhamos em campanhas, como a que conquistou uma nova lei no Brasil – os seis meses de licença-maternidade. Em todo nosso percurso, o diálogo com os pais, com os próprios “pequenos” e com os jovens tem sido prioridade para nós. Agora temos mais um espaço para isso, virtual, como convém aos novos tempos.

Aqui, publicamos informações cientificamente atualizadas, em linguagem para as famílias. Nosso objetivo é estar cada vez mais perto de vocês!

 

Um abraço fraterno,

 

Eduardo da Silva Vaz
Presidente da Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP)”

 

http://www.conversandocomopediatra.com.br/

 

*Não é plurieditorial!

 

 

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Dia Nacional do Doador de Sangue Voluntário

Pinta sua Unha de Vermelho hoje e divulgue essa corrente #unhapintada

É um viral do Bem!

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Curiosidades e Variedades

ENDOMETRIOSE – DOENÇA QUE ATINGE 15% DAS MULHERES EM IDADE REPRODUTIVA


Com um aumento de casos, nos últimos anos, a patologia é considerada um dos

grandes males do público feminino, principalmente, no momento de engravidar

 

Uma das principais causas da infertilidade feminina é a endometriose – quadro clínico que pode afetar de 10% a 15% das brasileiras em idade reprodutiva. Na novela Insensato Coração, da Rede Globo, a personagem Carol, interpretada pela atriz Camila Pitanga, sofre porque a doença a impede de ser mãe. Porém, um número cada vez maior de mulheres que  também vivencia a mesma situação retratada na trama, encontra nas técnicas de Reprodução Assistida a possibilidade de concretizar o sonho de ter um filho. Para orientar e esclarecer sobre a doença e as técnicas de Reprodução Humana, o Dr. Paulo Bianchi, médico especialista do Grupo Huntington de Medicina Reprodutiva, pontua as principais dúvidas vivenciadas no dia a dia da clínica.

 

O que é endometriose?

A endometriose é presença de tecido endometrial (o mesmo tecido que reveste o interior do útero e que é expelido durante a menstruação) fora da cavidade uterina. Pode atingir qualquer parte do corpo mais é mais comumente encontrada no interior do abdome próximo ao útero, ovários e tubas uterinas.

 

Quais são suas principais causas?

Apesar de várias teorias terem sido propostas, as causas do problema ainda são desconhecidas. A mais difundida é a da Menstruação Retrógrada. Segundo esta explicação, pequenos fragmentos de endométrio, durante a menstruação, seguem o fluxo contrário pelas trompas, atingindo a cavidade pélvica (fora do útero). Esta teoria, porém, não consegue explicar algumas características da doença e o mecanismo pelo qual surge a endometriose ainda é tema de investigação científica.

A Endometriose pode dificultar a gravidez tanto em mulheres jovens quanto em mulheres maduras, que por adiar a concepção correm risco maior de desenvolver a patologia.

 

Existe uma faixa etária para o surgimento da doença?

A endometriose acomete principalmente mulheres em sua fase reprodutiva, quando a atividade ovariana e a ação estrogênica são maiores. Grande parte das delas tem algum fluxo menstrual retrógrado pelas tubas uterinas, porém nem todas as mulheres com fluxo retrógrado desenvolvem o problema. Alguns fatores podem aumentar a propensão ao desenvolvimento da doença: fluxo menstrual aumentado (tanto no volume quanto na duração), obstrução em regiões do trato genital inferior e fatores imunológicos, porém, grande parte das pacientes com endometriose não apresentam nenhum destes fatores.

 

Como ela se manifesta e quais são os tratamentos?

Os sintomas não dependem da localização e da extensão da doença, mas os sintomas mais comuns são dismenorréia (dor pélvica intensa no período menstrual), distúrbios menstruais e dor na relação sexual. Na maioria dos casos, esses sintomas se associam a infertilidade.

Os principais sintomas da endometriose são a dor pélvica (cíclica – cólica menstrual – ou não cíclica e contínua); dor durante a relação sexual e a infertilidade. A doença pode ser também completamente assintomática, ou apenas provocar desconforto leve. Os sintomas não tem relação com localização e extensão, o que dificulta e retarda seu diagnóstico. Só uma avaliação ginecológica detalhada será capaz de avaliar o grau da doença, que pode ser leve, moderada ou profunda e pode ser tratada com medicamentos ou por meio de cirurgias.

 

Como é feito o diagnóstico?

O diagnóstico é complexo devendo-se levar em consideração os sintomas, exame clínico, exames laboratoriais e de imagem. O exame físico inclui palpação abdominal e exame ginecológico, onde podem-se avaliar a  localização da dor, a posição do útero, o aumento de volume ovariano, a presença de nodulações dolorosas. Apesar da dosagem do CA-125 também poder ajudar, não existe ainda um marcador sanguíneo específico para endometriose. O diagnóstico definitivo se faz com laparoscopia, mas atualmente com o desenvolvimento de métodos de imagens de maior definição e treinamento de profissionais, é possível detectar os casos intermediários e graves de endometriose sem a necessidade de laparoscopia.

 

O que fazer em caso positivo?

Uma vez identificada a doença, o tratamento pode ser feito com medicamentos para amenizar a dor e reduzir o tamanho dos focos ou, então, com uma cirurgia minimamente invasiva para remover essas lesões: a videolaparoscopia, uma técnica minimamente invasiva, usada atualmente para diversas intervenções abdominais. Por meio de três ou quatro pequenas incisões, o cirurgião introduz uma microcâmera, que transmite as imagens do interior do abdome para um monitor de vídeo, e os instrumentais necessários para localizar e remover os focos de endometriose. O diagnóstico preciso proporciona um tratamento mais eficiente. Em alguns casos, após a retirada de todas as lesões, há possibilidades de a doença aparecer em outros locais.

 

Qual a relação entre endometriose e infertilidade?

Inicialmente, acreditava-se que o mecanismo que explicava a infertilidade associada à endometriose era a distorção ou obstrução das tubas uterinas, dificultando ou impedindo o encontro entre óvulo e espermatozóides. Entretanto, estudos em pacientes submetidas à fertilização in vitro mostraram que pacientes com endometriose tiveram menores taxas de sucesso que pacientes com fatores tubários isolados. Como a técnica é o tratamento de escolha em casos de obstrução tubária, os resultados dos estudos acima sugeriram que a endometriose dificultava a gestação por outros mecanismos além da alteração tubária; provavelmente o processo inflamatório associado à doença reduz a qualidade do óvulo e dificulta a implantação embrionária. O procedimento cirúrgico também tem se mostrado eficaz para os casos avançados, de acordo com estudo científico desenvolvido pelos especialistas da clinica. Segundo ele, as análises preliminares mostram tendência a maiores taxas de gravidez após a cirurgia, inclusive, com algumas pacientes engravidando de maneira natural, durante o período de recuperação entre a intervenção e o tratamento.

 

Tenho endometriose. Consigo engravidar através das técnicas de Reprodução Assistida?

Sim. Cerca de 30% a 40% do total de pacientes atendidas pela Huntington sofrem de endometriose e encontra nas técnicas de Reprodução Assistida a solução para engravidar. A Fertilização in Vitro tem sido a mais comumente utilizada. O procedimento é realizado em quatro fases e consiste na união entre óvulo e espermatozóide para a formação do embrião que será implantado no útero materno. Esta é uma técnica com a qual obtemos excelentes índices de sucesso, com absoluta segurança em todo o processo

 

Serviço:

Escrito pelos especialistas em Reprodução Assistida e diretores do Grupo Huntington, Paulo Serafini, Eduardo Motta, Ricardo Pereira, Marcio Coslovsky e Isaac Yadid o livro Endometriose: resolvendo a dor e sonho de ser mãe, aborda esta patologia tão misteriosa. Os autores reuniram experiências e relatos comoventes de pacientes em busca de soluções para um problema que compromete a saúde de mulheres de todas as idades.  Com 224 páginas e editado pela Manole, o livro oferece informação e apresenta casos reais e comoventes em torno da questão endometriose x fertilidade. Nos relatos, pacientes contam a evolução da doença em suas vidas. Em alguns casos, os sintomas surgem cedo – a partir de 18 ou 20 anos de idade – e evoluem de maneira dolorosa, afetando a qualidade de vida pela falta de um diagnóstico correto. Em outros, a doença age de forma silenciosa e só é diagnosticada a partir do momento em que as tentativas de gravidez são frustradas.

 

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O texto acima foi escrito e enviado por uma assessoria de imprensa. E aqui foi publicado gratuitamente por entender que o conteúdo é de interesse dos leitores deste Blog. Este conteúdo não reflete necessariamente minha opinião.

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Bebês De Mãe pra Mãe

DICAS E CUIDADOS COM A PELE DO BEBÊ

Qual é a melhor forma de cuidar da pele do bebê?

Muitas são as dúvidas sobre os produtos que podem ou não ser aplicados, já que toda criança possui a pele muito sensível. Problemas de pele são comuns nessa idade e o que as mamães geralmente não sabem é que a maioria desses inconvenientes são fáceis de evitar com cuidados adequados no dia-a-dia. Por isso, a Dra. Silvia Zimbres, dermatologista da Doux Dermatologia, dá algumas dicas de como cuidar da pele dos bebês.

A incidência mais comum , por exemplo, é a dermatite de fralda. Ela aparece quando as fraldas não são trocadas com a freqüência ideal e não está necessariamente associada ao uso de cremes, como muitas mães pensam. O fundamental é manter o bebê sempre seco e, caso ocorra a dermatite, a orientação de um dermatologista é essencial. Nunca aplique cremes ou pomadas sem orientação de um especialista, pois uma “pomadinha” aparentemente “inofensiva” pode prejudicar, e muito, a pele e a saúde do seu filho.

 

O banho é outro momento que merece atenção. Bebês e crianças têm a pele normal ou com tendência a seca e, por isso, banhos demorados ou muito quentes são prejudiciais, pois aumentam a remoção do manto lipídico (camada protetora da pele). O uso excessivo de sabonetes – principalmente os antissépticos – e de esponjas e buchas, também contribuem para o ressecamento da pele e deve se restringir às axilas, genitais e pés, sendo que a própria espuma que escorre é o suficiente para limpar o restante do corpo. Para o banho fora de casa, lembre-se de que a criança deve estar de chinelos, pois elas são alvos fáceis de verrugas virais e micoses.

Os produtos mais adequados variam de acordo com a pele. Crianças alérgicas ou com pele seca precisam usar um hidratante. O produto escolhido não precisa ser infantil obrigatoriamente, desde que tenha pouco ou nenhum perfume e, se tiver uréia na formulação, sua concentração não deve exceder 3 a 5%. Quanto à proteção solar, ela é imprescindível. Certifique-se de que o produto tem proteção contra UVB (conferida pelo FPS) e também UVA (conferida pelas siglas PPD ou IPD). O filtro solar ideal para bebês e crianças deve apresentar em sua fórmula apenas os filtros físicos, e não químicos.

Para escolher as roupas opte por aquelas 100% algodão. Os tecidos mistos e sintéticos acabam prejudicando a transpiração, podendo ocasionar coceira e brotoejas. Uma novidade interessante no mercado são as roupas e bonés com tecnologia de filtro ultravioleta, que filtram até 98% dos raios solares, protegendo a criança mesmo em situações de exposição solar mais intensa.

DRA. SILVIA ZIMBRES

CRM/SP 104.406


Fonte| Doux Dermatologia – www.douxdermatologia.com.br

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O texto acima foi escrito e enviado por uma assessoria de imprensa. E aqui foi publicado gratuitamente por entender que o conteúdo é de interesse dos leitores deste Blog. Este conteúdo não reflete necessariamente minha opinião.

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Beleza e Bem Estar

Mitos e Tabus – Abdominal

Quem não deseja uma barriguinha sarada, ir à praia e poder exibir aquele tanquinho? Mas será que apenas exercícios abdominais são capazes de deixar o seu abdômen igual ao daquela atriz da TV? E mais, qualquer pessoa pode fazer?

O abdominal é um dos exercícios mais comentados e, por isso mesmo, vários mistérios o envolvem. Para ajudar, o personal trainer Beto Fernandes fala sobre o assunto e desvenda mistérios e tabus sobre o abdominal.

– Abdominal ajuda a perder barriga?
Sim e não. Se a barriga proeminente for fruto de ptose abdominal, que é uma flacidez dessa musculatura, o exercício abdominal faz o músculo voltar à posição anatômica normal – a barriga diminui. Agora, se a barriga for causada por excesso de gordura, o abdominal não vai adiantar, pois a fonte energética usada nesse exercício é o carboidrato. Para utilizar predominantemente a gordura, deve-se fazer exercícios aeróbios, como andar, correr, pedalar, nadar etc. Além de uma dieta adequada, prescrita por um nutricionista.

– Barriga de chope diminui com abdominal?
Não. A “barriga de chope” nada mais é do que acúmulo de gordura na região abdominal. Cada grama de álcool tem aproximadamente 7 calorias, e um copo de 300 ml de chope tem algo em torno de 120 calorias, logo a bebida ingerida em excesso engorda. Exercícios aeróbios e dieta são os mais recomendados.

– Abdominal emagrece?
Não. Emagrecer significa diminuir o percentual de gordura no corpo, mas o abdominal consome predominantemente o carboidrato e gasta poucas calorias. A melhor fórmula é combinar exercícios aeróbios com anaeróbios (musculação, por exemplo), além de uma dieta prescrita por nutricionista.

Aparelhos que dão “choques” ajudam a perder a barriga?
Não. Aparelhos de estimulação elétrica (eletroestimulação) não trazem nenhum resultado significativo para a perda de gordura, segundo vários artigos científicos. Esses aparelhos promovem um pequeno ganho de força e, por isso, são muito utilizados na fisioterapia, em trabalhos de reabilitação e pós-cirúrgicos. Mais recentemente, alguns estudos têm demonstrado um ganho de força maior ao realizar exercícios em conjunto com a eletroestimulação, se comparados apenas aos exercícios.

Fazer centenas ou milhares de abdominais por dia define o abdômen?
Não. O abdômen é um músculo como qualquer outro, logo deve ser treinado seguindo os mesmos princípios dos outros músculos do corpo. “Definir” o abdômen significa reduzir a capa de gordura e aumentar (hipertrofiar) o músculo, para que ele “apareça”. Isso se dá com a combinação do trabalho aeróbio, abdominais com poucas repetições e sobrecarga e uma dieta equilibrada.

– Gestante pode fazer abdominal?
Sim, mas com orientação. O bom condicionamento dos músculos abdominais e da parede pélvica é essencial durante a gravidez, no momento do parto e no pós-parto. São muitos benefícios, como menor risco de desvios posturais associados à gravidez; aumento da força da musculatura abdominal, facilitando a saída do feto no parto normal; redução dos riscos de incontinência urinária durante a gestação e no pós-parto; aceleração da recuperação da diástase abdominal (separação dos lados direito e esquerdo do músculo reto abdominal); maior força e capacidade funcional para manter a região lombar estável; maior capacidade funcional para executar movimentos aparentemente simples, porém mais difíceis para a gestante, como levantar da cama, carregar objetos etc.
Porém, há contra-indicações, como retardamento do crescimento intrauterino; sangramento persistente; pré-eclâmpsia ou toxemia (aumento da pressão arterial); lesão ou disfunção placentária. Portanto, é indispensável a autorização do médico e o acompanhamento de um profissional da educação física.

– Quem tem problema na coluna pode fazer abdominal?
Depende. Existe um grande número de patologias. É necessário um profundo conhecimento do problema, inclusive a causa, para definir o exercício correto. Exames como ultrassom e ressonância magnética são fundamentais, sempre com acompanhamento de um médico ortopedista.

– Abdominal ajuda na postura?
Sim. Ajuda a diminuir desequilíbrios musculares na região do tronco. Esse desequilíbrio, tanto de força como de flexibilidade, afeta a postura principalmente na pelve, coluna, quadril e joelho.

– Posso começar a fazer abdominal sem orientação?
Antes de iniciar qualquer prática esportiva, deve-se consultar um médico e, se for possível, fazer também uma avaliação física. Caso não haja nenhuma patologia, qualquer pessoa pode fazer exercícios abdominais.

Fonte: Beto Fernandes, personal trainer

Sobre Beto Fernandes – Personal trainer, especialista em trabalho com grupos especiais, como idosos, diabéticos, cardiopatas e hipertensos. Possui pós-graduação em Fisiologia do Exercício pela Escola Paulista de Medicina, da Unifesp, e em Exercício Físico Aplicado à Reabilitação Cardíaca e a Grupos Especiais pela Universidade Gama Filho-RJ. Com experiência de 17 anos na área esportiva, Beto já trabalhou em academias como Competition, Pelé Club, Eko Esportes, Fitsport e Corpus.

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