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ENDOMETRIOSE – DOENÇA QUE ATINGE 15% DAS MULHERES EM IDADE REPRODUTIVA


Com um aumento de casos, nos últimos anos, a patologia é considerada um dos

grandes males do público feminino, principalmente, no momento de engravidar

 

Uma das principais causas da infertilidade feminina é a endometriose – quadro clínico que pode afetar de 10% a 15% das brasileiras em idade reprodutiva. Na novela Insensato Coração, da Rede Globo, a personagem Carol, interpretada pela atriz Camila Pitanga, sofre porque a doença a impede de ser mãe. Porém, um número cada vez maior de mulheres que  também vivencia a mesma situação retratada na trama, encontra nas técnicas de Reprodução Assistida a possibilidade de concretizar o sonho de ter um filho 아이폰 첨부파일 다운로드. Para orientar e esclarecer sobre a doença e as técnicas de Reprodução Humana, o Dr. Paulo Bianchi, médico especialista do Grupo Huntington de Medicina Reprodutiva, pontua as principais dúvidas vivenciadas no dia a dia da clínica.

 

O que é endometriose?

A endometriose é presença de tecido endometrial (o mesmo tecido que reveste o interior do útero e que é expelido durante a menstruação) fora da cavidade uterina. Pode atingir qualquer parte do corpo mais é mais comumente encontrada no interior do abdome próximo ao útero, ovários e tubas uterinas.

 

Quais são suas principais causas 생쥐 구조대 다운로드?

Apesar de várias teorias terem sido propostas, as causas do problema ainda são desconhecidas. A mais difundida é a da Menstruação Retrógrada. Segundo esta explicação, pequenos fragmentos de endométrio, durante a menstruação, seguem o fluxo contrário pelas trompas, atingindo a cavidade pélvica (fora do útero). Esta teoria, porém, não consegue explicar algumas características da doença e o mecanismo pelo qual surge a endometriose ainda é tema de investigação científica Gone with The Wind.

A Endometriose pode dificultar a gravidez tanto em mulheres jovens quanto em mulheres maduras, que por adiar a concepção correm risco maior de desenvolver a patologia.

 

Existe uma faixa etária para o surgimento da doença?

A endometriose acomete principalmente mulheres em sua fase reprodutiva, quando a atividade ovariana e a ação estrogênica são maiores. Grande parte das delas tem algum fluxo menstrual retrógrado pelas tubas uterinas, porém nem todas as mulheres com fluxo retrógrado desenvolvem o problema intellij 14. Alguns fatores podem aumentar a propensão ao desenvolvimento da doença: fluxo menstrual aumentado (tanto no volume quanto na duração), obstrução em regiões do trato genital inferior e fatores imunológicos, porém, grande parte das pacientes com endometriose não apresentam nenhum destes fatores.

 

Como ela se manifesta e quais são os tratamentos?

Os sintomas não dependem da localização e da extensão da doença, mas os sintomas mais comuns são dismenorréia (dor pélvica intensa no período menstrual), distúrbios menstruais e dor na relação sexual. Na maioria dos casos, esses sintomas se associam a infertilidade.

Os principais sintomas da endometriose são a dor pélvica (cíclica – cólica menstrual – ou não cíclica e contínua); dor durante a relação sexual e a infertilidade Free download around the time of camellia. A doença pode ser também completamente assintomática, ou apenas provocar desconforto leve. Os sintomas não tem relação com localização e extensão, o que dificulta e retarda seu diagnóstico. Só uma avaliação ginecológica detalhada será capaz de avaliar o grau da doença, que pode ser leve, moderada ou profunda e pode ser tratada com medicamentos ou por meio de cirurgias.

 

Como é feito o diagnóstico?

O diagnóstico é complexo devendo-se levar em consideração os sintomas, exame clínico, exames laboratoriais e de imagem 탈렌트 다운로드. O exame físico inclui palpação abdominal e exame ginecológico, onde podem-se avaliar a  localização da dor, a posição do útero, o aumento de volume ovariano, a presença de nodulações dolorosas. Apesar da dosagem do CA-125 também poder ajudar, não existe ainda um marcador sanguíneo específico para endometriose. O diagnóstico definitivo se faz com laparoscopia, mas atualmente com o desenvolvimento de métodos de imagens de maior definição e treinamento de profissionais, é possível detectar os casos intermediários e graves de endometriose sem a necessidade de laparoscopia.

 

O que fazer em caso positivo?

Uma vez identificada a doença, o tratamento pode ser feito com medicamentos para amenizar a dor e reduzir o tamanho dos focos ou, então, com uma cirurgia minimamente invasiva para remover essas lesões: a videolaparoscopia, uma técnica minimamente invasiva, usada atualmente para diversas intervenções abdominais Konica. Por meio de três ou quatro pequenas incisões, o cirurgião introduz uma microcâmera, que transmite as imagens do interior do abdome para um monitor de vídeo, e os instrumentais necessários para localizar e remover os focos de endometriose. O diagnóstico preciso proporciona um tratamento mais eficiente. Em alguns casos, após a retirada de todas as lesões, há possibilidades de a doença aparecer em outros locais.

 

Qual a relação entre endometriose e infertilidade?

Inicialmente, acreditava-se que o mecanismo que explicava a infertilidade associada à endometriose era a distorção ou obstrução das tubas uterinas, dificultando ou impedindo o encontro entre óvulo e espermatozóides self-introduction form. Entretanto, estudos em pacientes submetidas à fertilização in vitro mostraram que pacientes com endometriose tiveram menores taxas de sucesso que pacientes com fatores tubários isolados. Como a técnica é o tratamento de escolha em casos de obstrução tubária, os resultados dos estudos acima sugeriram que a endometriose dificultava a gestação por outros mecanismos além da alteração tubária; provavelmente o processo inflamatório associado à doença reduz a qualidade do óvulo e dificulta a implantação embrionária. O procedimento cirúrgico também tem se mostrado eficaz para os casos avançados, de acordo com estudo científico desenvolvido pelos especialistas da clinica vmware esxi 6.5 다운로드. Segundo ele, as análises preliminares mostram tendência a maiores taxas de gravidez após a cirurgia, inclusive, com algumas pacientes engravidando de maneira natural, durante o período de recuperação entre a intervenção e o tratamento.

 

Tenho endometriose. Consigo engravidar através das técnicas de Reprodução Assistida?

Sim. Cerca de 30% a 40% do total de pacientes atendidas pela Huntington sofrem de endometriose e encontra nas técnicas de Reprodução Assistida a solução para engravidar. A Fertilização in Vitro tem sido a mais comumente utilizada. O procedimento é realizado em quatro fases e consiste na união entre óvulo e espermatozóide para a formação do embrião que será implantado no útero materno 네트워크 다운로드. Esta é uma técnica com a qual obtemos excelentes índices de sucesso, com absoluta segurança em todo o processo

 

Serviço:

Escrito pelos especialistas em Reprodução Assistida e diretores do Grupo Huntington, Paulo Serafini, Eduardo Motta, Ricardo Pereira, Marcio Coslovsky e Isaac Yadid o livro Endometriose: resolvendo a dor e sonho de ser mãe, aborda esta patologia tão misteriosa. Os autores reuniram experiências e relatos comoventes de pacientes em busca de soluções para um problema que compromete a saúde de mulheres de todas as idades.  Com 224 páginas e editado pela Manole, o livro oferece informação e apresenta casos reais e comoventes em torno da questão endometriose x fertilidade. Nos relatos, pacientes contam a evolução da doença em suas vidas. Em alguns casos, os sintomas surgem cedo – a partir de 18 ou 20 anos de idade – e evoluem de maneira dolorosa, afetando a qualidade de vida pela falta de um diagnóstico correto. Em outros, a doença age de forma silenciosa e só é diagnosticada a partir do momento em que as tentativas de gravidez são frustradas.

 

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O texto acima foi escrito e enviado por uma assessoria de imprensa. E aqui foi publicado gratuitamente por entender que o conteúdo é de interesse dos leitores deste Blog. Este conteúdo não reflete necessariamente minha opinião.

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De Mãe pra Mãe

Cuidados com as mochilas das crianças e como utilizá-las.

Com o retorno das aulas depois das férias do meio do ano, um assunto vem a tona de novo: A mochila weightlifting fairy Kim Bok-joo.
Ou melhor, o peso dessa mochila, que muitas vezes parece ser maior do que o peso da própria criança.
Conversei com o Dr God of War. Juliano Coelho, médico ortopedista e membro do grupo Medicina da Coluna e ele respondeu algumas das minhas perguntas:

1ª Pergunta: A partir de qual idade a criança pode começar a andar com a mochila nas costas 피타텐 다운로드?
Para as crianças que já andam com completa segurança e tem menos de 7 anos de idade, porém devem carregar apenas 5% do seu peso corporal your smartphone documents.

2ª. Tem alguma relação que a mãe ou responsável pode fazer para calcular o peso máximo que pode ser carregado pela criança 윈10 업데이트 다운로드?
Em relação ao peso ideal, o recomendado é no máximo de 10% do peso corporal da criança.

3º Qual o melhor modelo de mochila para carregar o material asp net 첨부파일? Nas costas ou de rodinhas? Quais os principais problemas e qualidades de cada uma?
A mochila ideal é a de rodinhas. A vantagem principalmente é de evitar a sobrecarga nas costas, a desvantagem é apenas estética do ponto de vista da maioria das crianças Lara Croft and download. Se for usar as mochilas nas costas a orientação maior, é que seja com alça em ambos os ombros e com tirante largo e bem acolchoado. Observar o tamanho que deve ser compatível com a altura e largura das costas da criança windows 계산기 다운로드.
Os pais são os maiores responsáveis pela fiscalização de tudo isto.

 

E vc tem alguma duvida? Manda pelos comentários PowerPoint 2010.

Para conhecer mais o grupo Medicina da Coluna, acesse: www.medicinadacoluna.com.br

 

Até o Próximo Post