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Ameliando

"Keep Calm and Carry On"

“Keep Calm and Carry On” algo como “Fique calmo e continue” ou “Fique calma e vá em frente”  foi um pôster motivacional produzido pelo governo britânico em 1939, início da II Guerra Mundial, para ser usado somente se o nazismo conseguisse invadir a Grã-Bretanha. O criador do cartaz não é conhecido.

E apesar de ter sido produzido aos milhares,  foi distribuído apenas em número limitado. Em 2000, uma cópia deste pôster foi redescoberta na Barter Books, um sebo na cidade de Alnwick, na Inglaterra e adivinhe só? Virou #Hit. Por ter mais de 50 anos a criação agora está agora em domínio público, ou seja, cerveja! Podemos fazer uso da imagem sem tretas. E olha só que bacana o que já foi feito com a frase:


Em 2009, Vivianne Pontes e André Nogal, do blog De(coeur)ação redescobriram este cartaz e fizeram 3 versões para ele disponíveis ara download, aqui.

Eu achei a frase ótima! É incrível como o homem faz grandes descobertas em tempo de guerra. E como essa frase se adapta ao dia-a-dia de uma mãe de filhos pequenos. Vai ser meu lema daqui pra frente: “Fique calma e continue”

Fora que  fica um charme na decoração.

Espero que gostem.

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Novo post no Diário:"Nota mental: Nunca mais julgar uma pessoa pela primeira impressão"

Vai Lá:

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De Mãe pra Mãe

O Trânsito e eu.

O Cruzamento.
São Paulo, esquina da R: Julio Colação com Av. Aricanduva. 18:00. Transito total. Farol Fechado.

Pra fugir do fechamento da via e ainda aproveitar o farol verde, um senhor que aparentava uns 50 e poucos anos, para MUITO rente ao meu carro. E o seu retrovisor acaba encostando no meu.

Abro o vidro do lado do passageiro e pergunto:

“Chegou a bater?”
“Só deu uma encostadinha”
“Mas arranhou?”
“Não. Me desculpe.”
“Não tem problema. O Sr. não quer fazer o seguinte? Dobra meu espelho, que assim o Sr. consegue manobrar o seu carro”
Ele dobra me espelho. Manobra o seu carro.
Dá uma buzinadinha. E agradece:

“Pra uma mulher até que vc é muito educada. Parabéns!”

Eu tinha que agradecer de volta?

O Frentista.
Álcool na Promoção.
Posto de Gasolina no estacionamento do Hipermercado cheio. Fila.
Aproveito para arrumar uns papéis soltos na minha bolsa. Enquanto separo as notas por “Supermercado”, “Farmácia”, “Roupas” e etc…

Ouço o frentista engraçadinho, brincando com o rapaz do carro da frente.

“Álcool não tem. Só tem Martini, wisky, Vodka..”

O Rapaz responde pedindo uma 51.
O frentista canta a moça (com a ajuda do dono do carro a minha frente) que oferece o cartão do supermercado para todos que estão esperando.

Pra variar esqueço do pé na embreagem. O Carro morre.
Chega a minha vez. Mesma piada. Responda que quero a Vodka, por favor.

Ele engata a bomba de combustíveis e pede:
“_Destrava aqui pra mim.” Apontando o capô do carro, sem me pedir autorização pra mexer.
Destravo a tampa do motor.

Ele olha a água do limpador de pára-brisa, o óleo, a água do radiador, o tanque de gasolina da partida. E percebe que além de limpo, está tudo em dia e muito bem cuidado.

“_Até que tá em dia o carro da senhora”
“_Vc acha que mulher não sabe como manter um motor ?” respondo rindo.
“_A minha não sabe”
“_Ah! Mas ela não deve saber muita coisa…rs, boa noite”
Saio e ouço a menina do cartão:

“_Tome! Bicho Machista veio. Nóis mulheres samos muito espertas.”

Eu não acho.

O motorista de Carreto.
Atrasadíssima pra variar.

Sigo na minha faixa, dentro da porcaria dos 70 km de limite de velocidade.

Quando de repente uma van com dois homens sai do quinto dos infernos da faixa a esquerda com tudo na minha frente. Seta é um luxo. Os dois homens dando risada

Freio, xingo baixo e deixo passar.

Uns 100 metros à frente, a mesma van fica presa no farol atrás de um caminhão. Dessa vez ele dá seta, mas ninguém deixa passar.

Estou me aproximando e vejo que está me olhando no retrovisor e comentando/rindo com o colega do lado. Acelero o carro e não deixo ele passar. O farol fecha e paro bem ao lado deles. O motorista grita:

“_ Vai lavar louça!”

 Abro o vidro do passageiro e reparo como o nariz dele é grande…
Respondo no mesmo volume:

“_Vai fazer uma plástica!”

O farol abre e pelo retrovisor vejo o colega dele gargalhando.

O que posso fazer? A louça tava me esperando.
E ele era feio mesmo.

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Beleza e Bem Estar

Duas Palavras: Inferno e Astral

O resultado das Duas palavras juntas: Desastre, Tragédia, terror, catástrofe, desgraça, infortuno, fatalidade…
Elas começaram a surgir.
O que mais me deixa indiguinada é que eu vou brigar com elas até o final da minha vida.
Se eu morrer com 76 anos, 50 deles eu passei tentando apagá-las do meu rosto.

É ! É isso mesmo: R-U-G-A-S !!!

Quer dizer, ainda não são assim, como eu posso dizer, RRUUGAAAS de fato, mas é o primeiro sinal: Marcas de expressão. Pé de Galinha. E aí sim, RUGAS.

Nem terminei de brigar contra as espinhas (que aliás, resolveram me visitar em massa depois da páscoa) e já tenho que começar outra briga contra a individuazinha relatada acima.

Será que ser mulher é isso? Guerrear o tempo todo?

Brigamos pra usar calças, para votar, para trabalhar fora.
Logo depois pela minissaia, pela liberdade política, pela licença maternidade…

Não acaba Nunca!!!
Por isso que quando se quer fazer um elogio a uma mulher batalhadora, logo se fala: “Essa Mulher é Guerreira”
Por isso que são as Leoas, as Harpias e as Bonobas que caçam!
Tá no nosso DNA.
Devemos ter um cromossomo que gosta de dar porrada!

Obs.: Momento Revolta. Passou.

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De Mãe pra Mãe

“Rauuuuuuuuuulll!”

É o nome do namorado imaginário da Marie (Minha Gata).
Toda vez que ela entra no cio, passa a noite toda chamando o Raul.
No momento de desespero maior ela roda de um lado pro outro no chão, grita pelo Raul, bate no Mário (acho que por ser castrado) e corre de um lado pra o outro da casa, como se estivesse correndo de um pit-bull.

Já pensou se as mulheres com vontade de “cruzar” tivessem reações parecidas? Meu Deus, nunca mais, ninguém ia dormir.

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De Mãe pra Mãe

Papagaiando

_ “Num quidito Gôdi (apelido do Samuel)! Num faisi susera! Num qüento maisi limpa casa!”

Diz Maria Luiza para o Samuel, quando ele começa a sacudir a mamadeira no meio da sala e passar a mão nos respingos pelo chão.

Acho que preciso rever minhas broncas.