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Bebês Crianças De Mãe pra Mãe

Campanha Nacional de Vacinação Infantil. Juntos, podemos ajudar o Brasil a continuar livre da Poliomielite!”


Dia 14 de agosto (domingo que vem) acontece a segunda etapa da Campanha Nacional Contra a Paralisia Infantil.
Nós (papais, mamãe, tios, avós e responsáveis em geral) levar todas as crianças menores de 5 anos para tomar as gotinhas contra a poliomielite.
Não esqueça a caderneta de vacinação e aproveite para atualizá-la.

Mesmo quem não tomou a primeira dose deve se vacinar.

Para aproveitar o dia dos pais, as crianças podem entrar no site do Ministério da Saúde e fazer uma foto personalizada do Zé Gotinha para dar de presente. Aliás, o site da campanha é muito legal, tem atividades e um joguinho para os pequenos (e nem tão pequenos assim, fiquei uma meia hora tentando pegar o hipopótamo e não consegui…rs).

Ouça o jingle da campanha:[audio:http://derepentemae.com.br/wp-content/uploads/2010/08/brinquedos_jingle_30.mp3|titles=brinquedos_jingle_30]

Tire suas dúvidas:
Quem deve se vacinar durante a campanha nacional contra a paralisia infantil?
Todas as crianças na faixa etária de 0 a 4 anos, 11 meses e 29 dias, ou seja, menores de 5 anos.

Recém-nascidos devem tomar as duas gotinhas?
Sim. Parte significativa dos municípios envia equipe de vacinadores aos hospitais e maternidades para imunizar os recém-nascidos. Quando isso não ocorre, os pais devem levar o bebê ao posto de vacinação mais próximo, assim que a criança receber alta.

Quem tem 5 anos completos precisa tomar a vacina?
Não, pois a concentração de casos de poliomielite é na faixa etária menor de 5 anos, faixa de maior risco, por isso são vacinadas apenas as crianças menores de 5 anos.

Quem tomou a primeira dose em junho precisa tomar a segunda dose em agosto?
Sim. A única exceção é a criança que completou 5 anos, após a primeira etapa da Campanha Nacional.
Existem contra-indicações da vacina?
Não há contra-indicações absolutas à administração oral da vacina contra a poliomielite.
Mas é importante evitar a vacinação de crianças com as seguintes características:
– portadoras de infecções agudas, com febre acima de 38° C
– com hipersensibilidade a algum componente da vacina, a exemplo da estreptomicina ou eritromicina
– que, no passado, apresentaram qualquer reação anormal a esta vacina
– imunologicamente deficientes, devido a tratamento com imunossupressores, ou com deficiência imunológica congênita
– com história de paralisia flácida associada à vacina, após dose anterior da vacina poliomielite oral.

Histórico
A doença foi erradicada no Brasil há 21 anos. Mas enquanto houver  registro de casos em qualquer lugar do mundo,  é necessário continuar com a vacinação para evitar o risco de  importação do vírus.
Países como Paquistão, Índia, Afeganistão e Nigéria ainda têm casos da doença.

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