Primeiro, doces não mordem. Por que esse medo todo? Pode chegar perto, cheirar, sentir, tocar. Pode experimentar. Pode saborear e jogar fora a palavra culpa. Jogue sem culpa nenhuma. Sentir prazer é legal, é saudável, aprimora a auto-estima no exercício da segurança. Comer algo delicioso é um prazer pessoal, único e intransferível que faz a vida parecer mais gostosa, e se for um doce então, Salve São Cosme e Damião!

A outra coisa é que a ciência diz que o nosso cérebro traduz cada emoção em um equivalente químico. Ou seja, se você come o seu docinho amado sem culpa, seu cérebro recebe uma mensagem positiva e produz uma química do bem, como por exemplo, serotonina, que traz a sensação de bem-estar, felicidade e ajuda no metabolismo, fazendo nosso corpo responder contente e mais bonito.
Agora, se você come seu docinho como um invasor, um sedutor sorrateiro, seu cérebro recebe a mensagem de que você está fazendo algo negativo, que ele precisa se proteger, e alardeia a área da ansiedade, produzindo assim, substâncias noscivas, que causam todos aqueles inconvenientes que a gente sabe muito bem, e é melhor nem pensar.
Como base nessas duas coisinhas, pode-se concluir que o efeito do doce na nossa vida tem a ver com a nossa relação com o prazer, com o como somos capazes de sentir, nos permitir. Seja na apreciação de docinhos deliciosos, ou na vivência de toda e qualquer forma de prazer que nossos sentidos podem nos ofertar. O importante é pensar certo, receber a possibilidade de prazer como uma dádiva, e desfrutar sem medo, dando um pé nessa sabotadora de sentir que é a culpa, e colocando no lugar, o equilíbrio e a leveza.
Então, é isso,
a gente grita:
_ xô baixo astral! Abra os braços para as coisas bonitas e gostosas, e lembre da vida como o doce Caio Fernando Abreu e sua deliciosa e mais famosa frase, poetizada em tantas repetidas vezes, dizia:











Siga-me no Twitter 


Valei pela dica !! adorei